Pnob

Pnob

This content shows Simple View


Monthly Archives junho 2016

Grávidas e a anestesia no dentista

O uso de medicamentos absorvidos sistematicamente, assim como os anestésicos, por mulheres grávidas e lactentes é uma preocupação de todo profissional de saúde, inclusive do dentista. A necessidade de tratamento odontológico ocorre em praticamente todas as fases da vida e a administração de medicamentos de forma segura no pré e pós-parto, tornaram-se evidentes em 1960, quando a droga talidomida, utilizada para o enjoo, alterou a nossa consciência sobre o uso de algumas drogas durante e depois da gravidez.

A grávida deve sim ir ao dentista durante a gestação. Já sabemos da importância da realização de tratamentos preventivos que evitarão transtornos maiores durante esse período. Durante a gravidez ocorre o aumento da vascularização e permeabilidade da gengiva, que pode deixar a gengiva da grávida mais vulnerável às bactérias e ao sangramento gengival. Consulte os dentistas de curitiba.

Com relação à anestesia, o dentista deve pesar o risco para o feto versus o benefício para a mãe e a conclusão deve estar baseada em estudos científicos. Em alguns casos específicos a administração de remédios, anestésicos deve ser evitada ou alterada pelo profissional.

O anestésico de escolha pelo dentista para grávidas é a lidocaína 2%, que é o anestésico de maior utilização e o consagrado por mais tempo na odontologia.

No caso da amamentação, até o presente momento, não existem quaisquer evidências científicas de que a anestesia local administrada na mãe passe para o leite materno e afete o bebê.




top